Review e Coletiva | A Comédia Divina

Review e Coletiva |  A Comédia Divina

E aí, pessoas? Espero que todos estejam bem, porque por aqui a coisas foram bem corridas na semana passada.

Foram muitos brinquedos de dia das crianças (tô brincando) e muita BGS até cansar as pernas. Mas hoje estou aqui para falar de mais um filme brasileiro, dessa vez A Comédia Divina, que já adianto, tudo foi engraçado, até a coletiva.

O filme já começa engraçado, o Diabo, que nada mais é que o Murilo Rosa com uma lente gigantesca de anime nos olhos, está muito irritado com seus seguidores, porque a sua popularidade está caindo demais na Terra, e ele tem uma ideia brilhante, porque não funda a sua própria igreja?

Todos os pecados capitais são virtudes na sua igreja, e mais do que encorajados.

No meio disso tudo, nós temos a Raquel, Monica Iozzi acredito que vocês conheçam, ela interpreta uma jornalista muito ambiciosa, que quer subir na carreira e que aos poucos é seduzida pelo Diabo.

O filme foi baseado em um conto de Machado de Assis (vocês que estão aí pra fazer vestibular sabem quem é), “A Igreja do Diabo”.

Errei ao criá-los… Mas era um final de semana quando fiz o homem.”

Essa é uma das melhores citações do filme. Há!

Não li o conto, mas o filme é engraçado. O Diabo, como todo bom Satanas é sedutor, que gosta de aparecer na TV e se sentir o mocinho martirizado. Mas o que mais gostei foi o personagem de Deus, que foi interpretado por Zezé Motta.

O filme vale a pena ser assistido, e me fez rir em vários momentos, é um filme com uma história aparentemente simples, claro que tem as suas reviravoltas, mas creio que em um filme divertido de comédia esse é um ponto positivo.

Marquem aí nas suas agendas, estreia dia 19 de Outubro.

Nota: nota_1nota_1nota_1nota_1nota_2

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COLETIVA

Achei que tinha me enganado e não teria coletiva naquele dia, mas como os funcionários me mostraram o caminho (não precisei de GPS, um milagre divino?), lá fui tentar sentar na frentinha.

Quando Murilo Rosa, Monica Iozzi, Zezé Mota, Thiago Mendonça (que é um amorzinho) e o Diretor Toni Venturi entraram, eles foram receptivos e contaram um pouco de como foi a produção do filme e como foi interpretar os personagens.

Murilo Rosa, disse que aceitou o filme no mesmo segundo que Toni Venturi pensou na ideia de fazer um filme com o tema Comédia Divina, e que ele interpretaria o Diabo, seria mais um desafio na sua carreira.

Monica Iozzi parecia mais do que feliz em usar o seu diploma de atriz para fazer o papel, e quando um dos jornalistas perguntou como ela havia conseguido fazer jornalistas diferentes, para uma história bem parecida que foi o Vade Retro, uma série de TV que tinha a participação especial do Diabo também, mas interpretado por Tony Ramos, ela ficou feliz por ter conseguido fazer jornalistas com personalidades e características diferentes.

Thiago Mendonça, caso você não o reconheça só pelo nome, ele interpretou um Renato Russo jovem no filme Somos Tão Jovens, e adorou trabalhar ao lado de Zezé Motta, praticamente um ícone da TV brasileira.

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Quanto a Zezé Motta, ela acho que o papel era uma piada. Como assim ela ia fazer Deus em um filme?! Mas, ela adorou o papel e adorou ainda mais ter deixado o cabelo grisalho, vou dizer que também adorei o visual.

Toni Venturi, o diretor, foi enfático ao dizer que adorou ter trabalhado com todos eles, além de serem carismáticos, ótimos atores e engraçados até na convivência.

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Sara Santos

Caçadora profissional de pokémon, atualmente morando em uma secret base na rota 20. Designer secretamente apaixonada por coisinhas fofinhas, finais felizes, jogos não-fofinhos, spoilers e ler a última página dos livros.