Especial Resident Evil | Resident Evil 1 & Remake

Especial Resident Evil | Resident Evil 1 & Remake

Como havia prometido, decidi espalhar o meu amor incondicional a este jogo magnífico que a Capcom nos criou.

Sim, sou fã de toda série do Resident Evil, ou Biohazard, para o pessoal do oriente (ou pro pessoal que gosta de falar baio-ra-za-do), e quando digo que sou fã da série inteira, estou incluindo até mesmo o ovelha-negra da família, o Resident Evil 6.

Mas, vamos com calma, porque o assunto aqui começa no primeiro Resident Evil de 1996, criado para o PlayStation (já me vem aquela musica do primeiro PS na cabeça).

Esse não foi o meu primeiro jogo que joguei da série Resident Evil, mas mesmo assim não foi menos assustador.

Na época, já sabia que ia ter pesadelos no primeiro cachorro do mal, sim, o mesmo que está aí na cutscene terrivelmente mal interpretada por atores reais, mas que devemos considerar como um ‘clássico trash’.

Sim, era considerado trash mesmo para a época, e esse gritinho da Jill no começo, nem consigo assistir a cutscene sem pausar, sentir vergonha internamente por uns minutos, até ter coragem de ver de novo.

Mas, o jogo é um clássico, até a jogabilidade deve ser um clássico de tão horrível também, mas como nas minhas lembranças, os cachorros feitos por 3 pixels eram assustadores, prefiro me lembrar delas dessa forma ao invés de re-jogar e sentir ódio ao invés de amor.

Caso, você não aguente jogabilidades clássicas de 1996, a Capcom solucionou esse problema.

Resident Evil HD Remaster

Resident Evil Remake & HD Remaster

Primeiramente lançado exclusivamente para o GameCube, o que foi quase o fim dos tempos para minha pessoa naquela época, já que eu tinha um PS e não tinha as mínimas condições nem de pedir um outro console de presente, só para jogar o Resident Evil Remake.

Mas, em 2015 a Capcom decidiu fazer algumas modificações, e transformaram o Resident Evil em HD Remaster, e foi quando finalmente coloquei minhas mãos nesse jogo.

Eles quiseram deixar algumas coisas bem fiéis a 2002, como por exemplo, deixar o jogo inteiro em inglês, sem nem mesmo as legendas em português.

Esse é meu jeitinho carinhoso de dizer que Capcom não se importa se você sabe ou não inglês.

Mas, você pode ver pelo lado positivo, é uma boa alternativa para treinar o inglês para aquela prova que você precisa mesmo tirar um 8.

Brincadeiras a parte, comprei o jogo a pouco tempo em uma promoção, e em num primeiro momento é um pouco frustrante se acostumar com a jogabilidade meio travada, e as câmeras que ficam paradas em certos ângulos.

Mas, adoro o cenário, ainda me assusto quando os corvos entram pela janela, mesmo quando tem setas (mentira, não tem setas) dizendo que algo ruim vai aparecer bem ali, naquele lugar e nesse ângulo especifico, e mesmo assim acabo ficando desesperada.

Agradeço pelo modo ‘easy’ (sim, joguei no fácil, porque quero, porque posso, beijos), e posso desperdiçar algumas Ervinhas de Cura sem sentir que devo deletar o save e começar de novo. Consideração final?

Jogue Resident Evil HD Remaster, comece com a Jill Valentine, porque ela é GirlPower, e você vai se ver no clima do jogo. E prepare-se, que cada mapa nesse jogo tem Chefões que não é igual.

P.S.: Estou esperando até hoje o Chris Redfield dar um soco no Tubarão como ele deu socos em pedras em Resident Evil 5. Não entendeu a piada? Veja o video.

Nota: nota_1nota_1nota_1nota_1nota_1

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