Review | Blade Runner 2049

Cheguei no cinema para assistir Blade Runner 2049 da melhor forma possível. Vi de relance o trailer na TV. E (infelizmente) não assisti o primeiro filme pra ficar no hype de uma continuação de Blade Runner, que veio só agora depois de 35 anos.

No filme, nós temos um replicante que é um Blade Runner chamado K (Ryan Gosling lindo, desculpe o fangirlismo aqui), uma espécie de policial que fica atrás de modelos replicantes anteriores que devem ser aposentados, aposentadoria essa que é uma forma mais bonita de dizer ‘matar’.

E é em uma dessas suas missões que ele acaba descobrindo algo que praticamente pode mudar o futuro, e muito provavelmente para o pior.

Essa é uma review sem spoilers.

Algo que é importante dizer, não se preocupe você que não assistiu o primeiro Blade Runner, você ainda consegue entender a história, mesmo ela sendo uma continuação do primeiro.

No filme a história acontece cerca de 30 anos depois do primeiro filme e mesmo sem ser super fã da série, e nem ter reconhecido o Jared Leto quando ele apareceu, o que deixou minha companheira de filmes Julianne chocada depois de ter rido histericamente quando disse isso a ela, vou dizer que Blade Runner 2049 é muito bom.

No total, parecia que tinha ficado uma eternidade dentro do cinema, são 2h43 de filme, mas a trilha sonora é maravilhosa e a fotografia é sem comparações. Por incrível que pareça, adoro filmes que se passam no futuro e como eles imaginam que o futuro será.

Os personagens são interessantes, e você acaba se apegando a cada um deles, até mesmo dos vilões.

A história do filme é impressionante também. Em certos momentos, queria que as coisas fossem mais rápida, porque acreditava que já estava sacando toda a história, então porque tanta enrolação?

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Só digo que fui enganada, achando que a história e o plot twist do filme estavam na minha cara o tempo todo, apenas pra levar um soco direto no coração.

Vou dizer que fiquei com aquela dorzinha no coração em vários momentos no filme. Chega em um ponto em que você não sabe se chora, ri ou entra no filme pra dar um abraço.

Esse é um daqueles filmes que vale muito a pena assistir no cinema, sentir aquele arrepio da trilha sonora que fazem as cadeiras quase tremerem.

E o melhor de tudo, o filme estreia oficialmente hoje, dia 5 de outubro.

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