Review | Mulher-Maravilha (2017)

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Nessa quarta-feira eu fui à pré-estreia de Mulher Maravilha com um receio enorme devido à Batman VS Superman (e outros anteriores, de heroínas da DC), que não me agradaram tanto. Mas ao mesmo tempo, eu pensava “o que salvou aquele desastre Batman VS Superman, foi a Mulher Maravilha, então talvez esse filme seja bom, vamos ver”. E não é que foi ótimo?!

O filme me arrancou várias risadas, alguns “awns” (já explico), e MUITOS momentos em que eu nem percebi que não estava respirando até soltar o ar.

Como deixar leve um filme de guerra, mitologia grega, e de grande expectativa por ser a primeira megaprodução da Mulher-Maravilha? (Fez 75 anos que a heroína estreou nos quadrinhos, quem não estava ansioso/nervoso que atire a primeira pedra). Mas Patty Jenkins, diretora do filme, conseguiu e com maestria.

Gostei de toda a escolha de elenco, e não preciso dizer que Gal Gadot (atriz principal) deu um show como Mulher Maravilha já em Batman VS Superman, mas aqui, em seu próprio filme, ela sambou na cara de quem tinha desconfiança do seu talento para interpretar um dos maiores ícones dos quadrinhos.

O filme também teve seus momentos super fofos (aí que teve os “awn”) com Diana sendo apresentada ainda criança, maravilhada com o poder, com os treinamentos das Amazonas, e com toda a história que lhe foi ensinada sobre os Deuses. Sua mãe, a rainha Hipólita (Connie Nielsen) também se saiu muitíssimo bem em seu papel de rainha e mãe superprotetora.

E então, Steve Trevor (Chris Pine) chega na trama, trazendo a Primeira Guerra para a vida de Diana, Guerra da qual ela acredita que é culpa de Ares, Deus da Guerra. Ela decide deixar Themyscira, o lar das Amazonas, para defender o mundo dos homens. E toda aquela época nos é apresentada com figurinos impecáveis, muita ação e outros personagens tão carismáticos quanto nosso mocinho.

Vale contar também sobre a ingenuidade de Diana, que não conhece absolutamente nada sobre os humanos e tem seu primeiro momento com o machismo. O carisma, a ingenuidade e toda a doçura de Diana junto com a evolução de seu poder ao longo do filme são o ponto forte do longa metragem.

Todas as partes de lutas são com efeito de câmera lenta, eu sei que muita gente não gosta, mas eu achei que ficou sensacional nesse filme. A construção do vilão principal falha um pouco, e claro que, como sempre, temos alguns erros de gravação. Mas o filme, num todo, deu um belo show à minha quarta-feira, e eu finalizei o mês com chave de ouro e grande animação pós filme.

Estreia nessa quinta-feira, 1º de junho.

Vai lá assistir e não esquece de contar pra gente o que achou, ok?

Ah! E pode sair da sala tranquilamente após o fime porque não tem cenas pós-créditos.

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Designer e bookstagrammer, apaixonada por literatura, teatro, cinema, videogames, fotografia, moda, rock and roll e vintage. E viciada em vídeos de gatinhos.